Detectores de metais:
Aeroportos utilizam aparelhos de raios X para verificar se não há drogas, armas ou outros objetos perigosos escondidos nas bagagens.
Malas e bolsas, colocadas em uma esteira rolante, passam por uma cobertura ou tubo que emite feixe de raios X, transmitindo-o para o computador que interpreta os sinais formando a imagem do conteúdo das malas.
Raios X no espaço:
Satélites equipados com telescópios de raios X orbitam a Terra e detectam os raios X provenientes do Sol, das estrelas ou de outros corpos celestes. Os satélites enviam as imagens para a Terra, as quais servem de base para pesquisa dos astrônomos, que descobrem muitas coisas sobre o Universo.
Usos na Medicina:
Os médicos utilizam aparelhos de raios X para examinar pacientes sem precisar realizar, a tanto, cirurgia. De fato, o aparelho de raio X tira uma “fotografia” do interior do Corpo. Em verdade, trata-se de imagem em
negativo, na qual ossos aparecem “em branco”. Grandes quantidades de raios X fazem mal à saúde, por isso os exames devem ser controlados. Por outro lado, trabalhadores, que laboram com esse tipo de equipamento, por estarem sujeitos à radiação durante toda a sua jornada de trabalho, ainda que se utilizem de equipamentos de segurança, costuma sofre de males irreparáveis à saúde. No Brasil, esse tipo de trabalho é considerado como “labor em periculosidade”, acarretando, portanto, recebimento de adicional de 30% sobre seu salário.
Júlia Silva Gonçalves
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